Os homens, normalmente, preferem aquelas estilo “Marylin Monroe” e não as que questionam e não são ingênuas mais. Com a passar dos anos, a tendência é a situação ficar mais complicada. Quando finalmente elas decidem que querem algo sério, percebem que não existem muitas escolhas no universo masculino. Pior, descobrem que elas deixaram de ser interessantes para os homens de uma maneira geral, que preferem as mais novas e sem tanta experiência.
O dilema pode tornar-se desespero. As alternativas não parecem boas: (1) ficar solteira - mesmo admitindo que o lado emocional ficaria fragilizado e traria problemas como solidão, carência e crises de choro -, (2) admitir que não dá para “concorrer” com as mais novas em condições de igualdade - afinal, elas são “escolhidas” pelos homens - e procurar namorar e casar o quanto antes, para isso, claro, terá que fazer concessões quanto ao “príncipe encantado”, o que significa que terá de aceitar um homem com filhos ou divorciado ou paquerador ou desempregado, entre outras características negativas e (3) viver no mundo da fantasia, fingir que a idade não passou, continuar vivendo as noitadas como se nada tivesse mudado, mesmo percebendo que, na prática, é tratada maneira diferente pelas pessoas, sobretudo pelos homens. No caso da terceira alternativa, o excesso de bebidas alcoólicas ajuda na fantasia, mas o dia seguinte sempre chega e, com ele, podem vir a ressaca alcoólica e ainda aquela outra, pior, a ressaca moral.
Muitos podem dizer que eu sou pessimista. Outros podem concordar e afirmar que isso tudo é resultado de uma sociedade machista. De qualquer maneira, estas são as minhas impressões sobre os relacionamentos atuais.
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